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Instalação Atlas Imaginário no SESI Lab

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Instalação Atlas Imaginário no SESI Lab

SESI Lab oferece passeio virtual no futuro em meio à crise climática. O Atlas Imaginário fica disponível para o público até março. Confira mais aqui!

Atrações:

  • Atlas Imaginário

O SESI Lab, já conhecido pelo público amante de ciência e tecnologia, apresenta o Atlas Imaginário, um passeio virtual em meio à crise climática. A instalação dos artistas Gabriela Bilá e Diogo Costa Pinto coloca Belém (PA) no centro das discussões climáticas, prevendo como a cidade estará em um século.

Dividido em partes interativas, contemplativas e documental, o Atlas Imaginário, Belém do Pará tem direção de Gabriela e Diogo e mescla urbanismo, cinema e mídias digitais para reinventar e refletir sobre a presença humana na biosfera, tendo como ponto de partida o século XXI. Levando em consideração questões da crise climática como o aquecimento global, Gabriela fez uma vasta pesquisa local para projetar como estará a cidade no futuro, onde cidade e natureza já não se distinguem, sendo um só organismo.

As entradas podem ser emitidas pela plataforma de ingressos do Sesi Lab, ou, por meio de inscrição presencial, retirando o ingresso no hall do 1º pavimento com a equipe do espaço ou no totem de autoatendimento. As visitações ocorrem de terça-feira a sexta-feira, das 9h às 18h. Aos 
sábados, domingos e feriados, público tem acesso entre 10h e 19h. A instalação fica disponível até março de 2026.

 

Futuro e a crise climática

Na obra, os dois artistas apontam para um futuro com eventos extremos acontecendo com maior frequência, como inundações e secas severas, caso o aquecimento do planeta não seja freado. Isso explica o fato da parte interativa da instalação ser guiada por uma barqueira.

Ela guia um conteúdo digital em 3D, que é projetado em uma das paredes do espaço em looping, conduzindo travessias por cidades-cardume, florestas biossintéticas, mercados de seca e chuva e aparelhagens robóticas – mundos que são ao mesmo tempo utópicos, distópicos e fantásticos.

O visitante, por sua vez, é quem dá a direção ao passeio, manuseando uma grande cabeça de cestaria suspensa em frente à projeção. Com quatro faces que remetem à geometria das cerâmicas marajoaras, ela funciona como leme, dando caminhos, causando turbulências nas imagens e alterando a direção dos futuros ali representados.

Gabriela lembra que o Brasil é o país mais biodiverso do planeta e que o clima está no centro dos principais debates deste século. “Um dos pensamentos desse projeto é como podemos imaginar as nossas cidades, as habitações humanas, de uma maneira que vá além do modelo importado por meio da colonização, onde a cidade é separada da floresta”, explica Bilá. “O que o Atlas está propondo, como campo de pesquisa maior, é pensar de que outras formas as cidades e habitações humanas podem acontecer em escala, mas com outro tipo relação com o tempo, as águas, as terras, as árvores, as paisagens e as trocas com humanos e não-humanos”, complementa.

Também compõe a instalação uma grande maquete feita da fibra da palmeira amazônica do miriti, que também fica suspensa no espaço expositivo, como uma espécie de peixe-cidade, que flutua pelas águas de Belém. Criaturas diversas e de tamanhos diferentes carregam partes da cidade, remetendo a uma Belém futura que se transformou em ilhas devido ao aumento do nível do mar.

Por fim, um grande painel gráfico conta a história deste projeto. Com ilustrações e textos curtos, a artista aprofunda de forma mais lúdica os temas urbanos abordados na instalação.

“O Atlas Imaginário traduz de forma muito clara a proposta do SESI Lab ao integrar arte, ciência e tecnologia como linguagens complementares. A instalação convida o público a explorar o conhecimento de maneira sensível, interativa e experimental, que é justamente o eixo central do museu”, afirma a superintendente de cultura do SESI, Cláudia Ramalho

Para trazer a Belém do futuro o mais próximo e original possível da realidade, Gabriela Bilá contou com uma equipe local qualificada para integrar o projeto. É o caso da cantora e compositora Iris da Selva, que faz a performance da barqueira; o artista visual e stylist Labö Young, que assina o figurino; e Marcelo Vaz, que fez as peças expostas a partir da fibra de miriti. Eles dividiram espaços e experiências com Leo Chermont, que assina a trilha sonora; Luan Rodrigues nas filmagens; Victoria Machado, com a assinatura aromática; Jean Petra, com o trabalho em 3D; Natasha Leite, na iluminação; e Juca Culatra na produção.

A instalação Atlas Imaginário, Belém do Pará conta com o fomento do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF).

 

Ingressos

  • Entrada gratuita

 

*Valores sujeitos a alteração sem aviso prévio.

 

Mais informações

Instalação Atlas Imaginário no SESI Lab

Data: Até Março de 2026
Horário:
Terça a sexta: 9h às 18h;
Sábados, domingos e feriados: 10h às 19h
Local: Sesi Lab, Setor Cultural Sul, Asa Sul

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